Segurança e dados
Onde vivem os dados, como viajam, quem lhes chega e o que fica registado.
De quem são os dados no sistema que constroem para nós?
Seus. Tratamo-los para operar o serviço que nos encomendou e para mais nada. Não são misturados com os de outro cliente, não são vendidos e não servem para mostrar publicidade aos seus utilizadores. Se a relação terminar, leva os dados consigo.
Como são protegidos os dados em trânsito?
As ligações usam HTTP/3 e o domínio consta da lista HSTS pré-carregada dos navegadores, pelo que o navegador recusa falar sem cifra logo na primeiríssima visita, antes de qualquer redirecionamento poder ser intercetado. A troca de chaves é pós-quântica: X25519 combinado com ML-KEM-768, escolhida para que tráfego capturado hoje continue a resistir quando um computador quântico o puder atacar.
Como são guardadas palavras-passe, chaves e credenciais de API?
Nunca no código-fonte — e é a compilação que o impõe, não a disciplina: código com um segredo escrito à mão é recusado antes de poder ser integrado. Os segredos ficam cifrados num arquivo de definições e só são decifrados em execução onde fazem falta, pelo que trocar uma chave é uma alteração num sítio e não uma caça por toda a base de código.
O que fica registado e é possível saber quem alterou algo?
Sim. Eventos da aplicação, erros e ações administrativas são escritos na base de dados e não em ficheiros de texto espalhados por servidores, pelo que se conseguem mesmo pesquisar. As alterações administrativas registam quem agiu, o que mudou e quando. A «quem alterou este preço no mês passado» há resposta, não palpite.
Como lidam com cookies e consentimento?
Os cookies não essenciais só são colocados depois de o visitante aceitar, a escolha fica registada e todos os sites que construímos têm uma página onde a pode alterar ou retirar mais tarde. Recusar é um clique e não uma caça num menu de definições — e quem recusa continua a ter um site que funciona.